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Avô é condenado a mais de 17 anos de prisão por abusar da própria neta de apenas 4 anos

Notícias do Tocantins – Um homem foi condenado a mais de 17 anos de reclusão pelo crime de estupro de vulnerável cometido contra a própria neta, que tinha apenas 4 anos à época dos fatos. O julgamento ocorreu nesta quarta-feira (08/04), em Dianópolis, na região sudeste do Tocantins.

De acordo com a investigação, o condenado se aproveitava de momentos em que ficava a sós com a criança para cometer os abusos. O caso foi conduzido pela 1ª Promotoria de Justiça de Dianópolis, que destacou a gravidade do crime, agravada pelo vínculo familiar entre o autor e a vítima.

Pena em regime fechado e prisão mantida

Na sentença, a Justiça determinou que a pena seja cumprida inicialmente em regime fechado. Também foi mantida a prisão preventiva do condenado, com base na necessidade de garantia da ordem pública e na elevada gravidade da conduta.

MP pede indenização por danos morais

Após a condenação, o Ministério Público do Tocantins (MPTO) recorreu para que seja analisado um pedido de indenização por danos morais à vítima e à família. O valor sugerido é de R$ 20 mil.

Segundo o órgão, a medida busca assegurar a responsabilização integral do condenado, incluindo a reparação pelos danos causados.

Crimes ocorrem, em grande parte, no ambiente familiar

Casos de violência sexual contra crianças frequentemente acontecem dentro do ambiente familiar ou em círculos próximos, o que pode dificultar a identificação e a denúncia.

Especialistas alertam para sinais que podem indicar situações de violência, como mudanças bruscas de comportamento, medo excessivo, isolamento, alterações no sono ou na alimentação e regressões comportamentais.

Denúncia é essencial para interromper a violência

Diante de qualquer suspeita, a orientação é procurar imediatamente os órgãos competentes. As denúncias podem ser feitas de forma anônima.

Entre os canais disponíveis estão o Conselho Tutelar, unidades do Ministério Público e o Disque 100, serviço nacional de proteção aos direitos humanos.

Fonte: AF Noticias